'Sentado no banco de Dreyfus e outras histórias...' é o ponto de onde observo essa maluquice que vocês convenientemente aceitaram como MUNDO.

Séculos de erotismo no World Museum of Erotic Art . Eu pensava que era sabidinho...

Videogames exercitam minha paciência naqueles dias em que estou cansado de levar a vida à sério. A RetroSpace tem um bom material sobre a história desta fabulosa indústria.
Nome: Paulo A. Santana
Naturalidade: 27/12/1971
São Paulo - SP
Profissão: Natural Born Killer
Estado Civil: Noites insones, dias insanos
Religião: Dominar a fera interior

Notas de um velho safado
Charles Bukowsky
Austin Powers: The spy who shagged me
Warner Bros.
Behaviour
Pet Shop Boys
A metamorfose
Franz Kafka
O lobo da estepe
Hermann Hesse
Burt Bacharach
A metamorfose
Franz Kafka
Sappori di Rosi
Edifício Itália - SP
Live at Winterland '68
Janis Joplin with Big Brother and the Holding Co.
Gently
Liza Minnelli
 
 



 

 

Quarta-feira, Maio 18, 2005

...

por: Paulo Santana às 4:28 PM
Comentários:


Segunda-feira, Março 14, 2005

Hoje a chuva me acordou suavemente.
Você estava em todos os lugares e estava aqui comigo.
Sua voz, seu perfume, seu calor, seu abraço... tudo estava aqui, no meu corpo e na minha mente.
Lá fora, a chuva.
E era como se apenas essas coisas existissem ou importassem.

------------------------------------- para K (keyyy!), minha perfumada rosa do oriente

por: Paulo Santana às 8:22 AM
Comentários:


Segunda-feira, Outubro 04, 2004

Esbarro, resvalo
nestas criaturas sem vida
'coisas' inertes
da cidade corrompida

Debochando dos boçais
fluo rápido na multidão
driblando os derrotados
de quarteirão à quarteirão

Grito seu nome no escuro
tropeçando nas pedras da estrada
Imbuído da convicção dos inocentes
sigo apressado em minha jornada

por: Paulo Santana às 12:46 PM
Comentários:


Terça-feira, Agosto 17, 2004

Viva
essa vida
sua vida.

Um dia
esse dia
será mais um dia.

O tempo pára
nesse minuto...





  Compus estas linhas para uma mulher especial numa tarde
especial. Não sei se lhe serviram. Penso que talvez sirvam pra vocês,
ou pra mim... ou talvez não sirvam mesmo.

por: Paulo Santana às 12:04 PM
Comentários:


Quinta-feira, Agosto 12, 2004

Hoje te procurei
em todos os lugares
por onde passei.
Qual será o dia
em que afinal te encontrarei?

por: Paulo Santana às 12:42 PM
Comentários:


Segunda-feira, Julho 19, 2004

Tempo,
você que já tanto
debochou de mim
só pode agora
cumprir sua tarefa
Por isso:
Corra!

Talvez dessa vez você
me traga
aquela mulher por quem sempre esperei
enquanto você fluia com pressa
me conduzindo ao fim

Agora você quer parar,
mas não pode
e eu cresci
e não tenho mais medo
Faça sua parte
Me conduza ao meu destino

Morro feliz, sem a sua pressa,
nos braços dessa mulher.

por: Paulo Santana às 4:13 PM
Comentários:


Quarta-feira, Junho 09, 2004

Tantas coisas boas e ruins
nos separam e nos unem
nos tornam piores e melhores
menores e maiores
e ainda permanecemos essencialmente iguais.
É realmente preciso ir ao paraíso
e descer ao inferno
para se encontrar um lugar confortável
em algum ponto do caminho.

Má, obrigado por me inspirar tantas coisas legais!

por: Paulo Santana às 12:57 PM
Comentários:


Sexta-feira, Junho 04, 2004

Não há tempo, não há justiça e nem filosofia suficientes
para tudo o que quero pra nós.
Na agonia de meu santo desespero
sorvo sua voz e mergulho nos seus olhos
enquanto tento controlar a febre que me cobra a necessidade
de te tocar, te abraçar e sentir o seu perfume.
Só.

por: Paulo Santana às 2:03 PM
Comentários:


... para ela, Urbana mulher de doce voz e suaves gestos...

Quando acordei hoje, a lembrança de você foi a primeira coisa que me veio à cabeça e isto me pôs a pensar se eu não estaria enlouquecendo.
Tudo ao redor é medo e incerteza e meus dias já não são tão ensolarados.
Na medida em que o chá esfria na xícara encardida, minha vida se esvai em meus improváveis devaneios.
Haveria uma saída?

por: Paulo Santana às 2:00 PM
Comentários:


Sábado, Fevereiro 28, 2004

amo
nada amo e
amo mais
amo fazer
amo sentido
amo e nada mais faz sentido

por: Paulo Santana às 9:06 PM
Comentários:


Você não tem o direito
de invadir
minha poesia
meus pensamentos
meu coração.
Eu não tenho o direito
de ser tão estupidamente
sonhador.

por: Paulo Santana às 9:05 PM
Comentários:


Temo morrer

sem que isso faça alguma diferença.

Temo morrer
sem que ela compreenda
meu secreto amor.

por: Paulo Santana às 9:02 PM
Comentários:


Domingo, Janeiro 18, 2004

Sou eu, sou você, sou o que quiser
Avanço, recuo, teimo em continuar
Sou meu limite mínimo de inteligência
minha tolerância máxima para a preguiça
O maior crente de que tudo deve mesmo fazer algum sentido.

por: Paulo Santana às 11:35 AM
Comentários:


Quinta-feira, Novembro 20, 2003

Já nem sei mais se saltei
ou se fui jogado
estou no ar...
Que frio na barriga é esse?
É o medo e são os carros lá em baixo
e a mórbida normalidade que por um breve momento
se alterará.

por: Paulo Santana às 2:37 AM
Comentários:


Quarta-feira, Outubro 29, 2003

Estou morto, louco ou os dois.
Em meus olhos, testemunhe os últimos momentos de momento algum
no olhar insano de alguém que se perdeu de si próprio.
A realidade torna-se pastosa e me percebo flutuando no vácuo de minhas possibilidades...
O tempo se abre numa brecha por onde se esgotam minhas forças e minhas esperanças.
A solidão reabre feridas... rosas sobre as lápides dos que amei,
lágrimas nos olhos de quem me amou.
De uma forma ou de outra, todos disseram adeus.

por: Paulo Santana às 3:03 AM
Comentários:


Sexta-feira, Outubro 24, 2003

Acorde...
Esta é a realidade.
Recolha os restos dos seus sonhos e tente juntá-los num quebra-cabeças de peças perdidas.
Sinta o corte frio da solidão e tente acreditar que pode haver uma alternativa.
Homens mortos podem dançar...

por: Paulo Santana às 12:50 AM
Comentários:


Terça-feira, Setembro 23, 2003

E aqui estou eu...
No ponto sem retorno das mil e uma noites
que desabaram sobre mim.
Sinto-me agora, dois:
um antes e um depois.

por: Paulo Santana às 2:35 AM
Comentários:


Segunda-feira, Setembro 22, 2003

Sou um demônio.
Em meu inferno particular
presente, passado e futuro
são deuses que me atormentam
E eu
sou um demônio
que nem ao menos consegue
lhe convencer disso.

por: Paulo Santana às 12:44 AM
Comentários:


Domingo, Setembro 21, 2003

O sol jamais brilhará como naquelas tardes,
quando éramos puros e felizes o bastante
para ignorar a beleza de nossa juventude,
enquanto o céu avermelhado
corava nossos rostos inocentes...
Como éramos bobos!

por: Paulo Santana às 2:20 AM
Comentários:


Sábado, Setembro 20, 2003

...Hoje tive fome
e tive ódio
e tive medo

Busquei a luz
encontrei a dor
me senti só

Portas se fecham
ela precisa partir
a chuva cai aqui fora

O tempo se esvai
a agonia me paraliza
já não me sinto tão forte

Corro perdido
nos corredores escuros
da (minha?) existência

...Sinto fome
sinto ódio
sinto...

por: Paulo Santana às 3:38 PM
Comentários:


Quinta-feira, Setembro 11, 2003

O chá foi servido.
O cigarro
entre meus dedos
queima silencioso
assim como minha alma
que se consome
em silêncio ensurdecedor.
Meus olhos cruzam os seus
e eu desabo do alto de minha fé
na abissal profundidade
do teu olhar.
Desculpe...
Em cada palavra
sorvo tua voz
como o último gole do Earl Grey
que me alegra o palato
e me pacifica a alma.
A tarde cai púrpura
sobre os teus cabelos
e não importa que o vento
os desalinhe
Nada poderia ser mais lindo

por: Paulo Santana às 1:22 AM
Comentários:


Domingo, Setembro 07, 2003

Em seus olhos mergulho num caleidoscópio de reflexões
sobre o ontem, o hoje e o amanhã
e gestos
e códigos incompletos
e gente pisando pesadamente pelo assoalho
e anjos caídos
e o mundo da razão ruindo abaixo
e amores impossíveis
e o vento soprando as folhas do jardim
e brumas do chá esfriando
e sorrisos
e o sol queimando nossas faces
e... tudo desabando continua e repetidamente...

por: Paulo Santana às 11:28 PM
Comentários:


Quarta-feira, Setembro 03, 2003

Falo dos limites.
Do poder e não querer, do querer e não poder,
do sentir e não tocar, do tocar e não sentir,
do que os olhos não podem enxergar e do que não enxergariam se pudessem.

Falo da razão perdida.
Das chagas expostas,
da alma que se desintegra
em virtudes corrompidas.

Falo de nós.
Te quero mas não posso te sentir,
te vejo e preciso te tocar,
te amo mas não consigo prosseguir.

Limites...

por: Paulo Santana às 5:02 AM
Comentários:


Desenvolvido por: